
Os atentados de 11 de setembro, foram uma série de ataques suicidas, coordenados pela Al- Qaeda contra alvos civis nos U.S.A.
Os ataques terroristas que destruíram o World Trade Center, em Nova York, e parte do Pentágono, em Washington, e alterou a rotina da terça-feira, 11 de setembro de 2001 não mudaram apenas a vida dos envolvidos diretamente nos atentados. Passados três anos, os surpreendentes acontecimentos daquele dia ainda são sentidos no cotidiano dos habitantes de todo o planeta. Se o medo de novos ataques e a caça aos terroristas tornaram-se quase uma paranóia nos países desenvolvidos, a crise econômica mundial também afetou diretamente os mercados dos países em desenvolvimento.
A guerra contra o terrorismo, deflagrada pelos Estados Unidos imedidatamente após os atentados, destruiu o poder talibã no Afeganistão e rendeu ainda uma guerra que se revela interminável no Iraque. Depois de vários boatos mundiais sobre sua morte, um dos maiores inimigos dos Estados Unidos, apontado como mentor dos ataques, o saudita Osama bin Laden continua desaparecido, e ninguém sabe se está vivo ou morto.
Estados Unidos da América em 11 de Setembro de 2001.
Segundo uma teoria denominada Media Hoax/TV Fakery, o segundo avião visto em directo na televisão por milhões de espectadores, foi introduzido digitalmente por software CGI em tempo real pela CNN e Fox News. O facto de não ter sido mostrado o impacto frontal, teria tornado a produção do suposto vídeo muito fácil. Os outros vídeos mostrando impactos frontais teriam sido produzidos depois. As testemunhas que diziam ter visto os aviões colidir contra as torres teriam quase todas ligações com os mídias, começando pela primeira a "depor", quatro minutos depois do primeira explosão, o vice-presidente da CNN.

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